A Contabilidade no Brasil por vários anos estava sendo tratada como assunto secundário pelas organizações e em alguns casos até sem importância. Apenas os grandes bancos e grandes empresas, além do Estado é claro utilizavam das informações geradas pela contabilidade até então.
Mas aí vem nosso questionamento, por que será que ocorreu isso? Encontraremos vários assuntos que justificam tal questionamento, como a inflação em nosso país (contabilidade só para fins fiscais) , simplificação da apuração imposto, como é o caso do SIMPLES, a legislação mal interpretada, enfim são inumeras razões.
Agora com SPED contábil e com as Normas Internacionais de Contabilidade, voltamos a nossa primordial tarefa, de escriturar os fatos contabeis. Mas devemos aproveitar o momento para mostrar a importante ferramenta de gestão e planejamento que as organizações têm o tempo todo a seu dispor.
Podemos ver essa tendência no site das Normas Internacionais de Contabilidade, IFRS em que é apresentada uma tabela com países que já aderiram e estão adequeando aos padrões globais, como França, Austrália e Itália por exemplo desde 2005, além do Brasil é claro, desde 2008.
O padrão mundial, não é só uma tendência, mas também nossa realidade daqui para frente. E como já é sabido a legislação costuma andar mais rápido que a realidade e em breve tais normas de escritturação contabil chegaram as pequenas e médias empresas.
Mesmo não esquecendo é claro do passado da ciência e da teoria que é de suma importância, a Escola de Contabilidade Brasileira daqui para frente, terá que ser menos prolixa, mas deverá ser mais prática e objetiva no que tange o controle e informações para o benefício do patrimônio.
Antonio Avelino da Silva Junior
O padrão mundial, não é só uma tendência, mas também nossa realidade daqui para frente. E como já é sabido a legislação costuma andar mais rápido que a realidade e em breve tais normas de escritturação contabil chegaram as pequenas e médias empresas.
Mesmo não esquecendo é claro do passado da ciência e da teoria que é de suma importância, a Escola de Contabilidade Brasileira daqui para frente, terá que ser menos prolixa, mas deverá ser mais prática e objetiva no que tange o controle e informações para o benefício do patrimônio.
Antonio Avelino da Silva Junior